Alice no País das Maravilhas: a edição de colecionador que reacendeu a paixão dos leitores pelo clássico
Poucos livros atravessaram mais de 150 anos e continuaram tão vivos quanto Alice. E uma edição de colecionador acaba de reacender essa paixão nas redes.
O box reúne as duas obras que Lewis Carroll escreveu sobre a personagem: “Alice no País das Maravilhas” (1865) e a continuação, “Alice Através do Espelho” (1871), com o texto integral, sem adaptações nem resumos.
O que muita gente não sabe é que Lewis Carroll era o pseudônimo de Charles Dodgson, um professor de matemática na Universidade de Oxford. Por isso as histórias são recheadas de lógica, trocadilhos e jogos, “Alice Através do Espelho”, por exemplo, é toda estruturada como uma partida de xadrez.
É essa mistura de fantasia e inteligência que transformou Alice em um dos maiores exemplos da literatura do absurdo, atravessando gerações entre o Coelho Branco, o Chapeleiro, o Gato de Cheshire e a Rainha de Copas.
Nesta edição, o clássico ganhou um acabamento à altura: capa dura almofadada, bordas das páginas em dourado, ilustrações internas e marcador de fita. Um objeto tão bonito quanto a história que guarda, do tipo que o leitor faz questão de deixar à mostra na estante.
Vale conhecer a edição de perto:
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